uma casa no campo / o funk que eu gosto / ninguém faz samba só porque prefere / tá vendo aquele edifício moço, ajudei a construir / mulher que voa / O homem que copiava / Assistir ao cinema..
Macchu-Picchu
quando eu morrer, me enterrem na Lapinha
não quero choro nem vela, quero uma fita amarela gravada com o nome dela
Eta. PORQUE olhares tensos estão a venda na esquina da padaria. Cansei
dos estribilhos da carroça atravessada no asfalto. São os faróis que delimitam a vida.
São o medo do abismo. Mas ei de fazer nascer uma rosa. Ei de uma pomba cagar no meio da testa.
e o homem olhar pro umbigo de modo reverso e inconstante, lembrando do copo vazio.
a risada da menina e sua mancha na parte do lábio que não posso mais comprar.
nem tão pouco raspar minha barba.
ninguém vai me acorrentar enquanto eu puder cantar
cores de Frida Kahlo
Brasil
Post diferente. As frases e as fotos são ambíguas. É o relato de um observador da padaria, tomando café no copo americano e bocal sujo. Vai além do relacionamento de duas pessoas, aliás, vai dentro da mesma. Benvinda. Foto de Luciana Carvalho com auxílio do amigo Dodo (Gabriel Büchler), que deu a dica da esquina e depois alertou-me para postar aqui, juntando com as Lhamas. Frases de Noel Rosa (Fita Amarela, por Orquestra Imperial); Lapinha, de Baden e Paulo Cesar Pinheiro, por Elis Regina; junto com Chico Buarque em Cordão e Adriana Calcanhoto com Frida. Era para ser um post cômico, 24 horas, porém quem disse que ele não é... Valeu, muito interessante as visitas que vejo, beijos, Café!
Escrito por Otavio Ranzani às 00h17
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