antes da derradeira lágrima rolar / minha alma sentida / ninguém ouviu um soluçar de dor / um sorriso e uma voz negra / e Jorge Ben / E o Café Filosófico / Eu quero uma casa no campo onde eu possa...
e eu que conheci um homem que dança com as manequins da vitrine...
 
Janela, por Luciana Carvalho / Coleção Chanel 2009
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A alegria de tuas fotos revela uma estrela que pulsa feito jarro d´agua e clama por flores no campo de modo singelo às rosas do teto de tua casa.
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uma rosa amarela
que salta de pára-quedas,
sorri pra câmera e vê
sua sapatilha marcada
no chão de terra batida.
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Adão Iturrusgarai, Folha de São Paulo - 23/09/2008
Estamos de volta - primeiro, desculpas pela demora em um novo post. Tinha selecionado 6 músicas, variadas, pra incluir neste post e não lembrei de quase nenhuma. Eram músicas alegres, engraçadas; além de Nelson Ned, um dos ídolos do meu irmão... rs! Insisto em Dona Inah. Romantismo no ar. Aqui temos também Paulo César Pinheiro e outros mais. Impressionante como uma mão, ou duas, no bolso, podem ter sentidos. Um olhar amendoado, agateado, puxado. Lembro deste forró: Como dois animais, de Alceu Valença. São instintos e sentimentos. E os poemas acima são homenagens a duas mulheres que minha retina congrega: um foi feito recentemente e outro mais antigo. São as rosas... e não esqueçam de rever uma Rosa que já passou por aqui no canela. A família fettuccine é pra se rir e pensar. Desculpa, mas peço que revejam os poemas com carinho. E não se esqueçam de Noel. Beijos e Abraços, voltem sempre, Otavio.
Escrito por Otavio Ranzani às 22h08
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