La vie en Rose / Isto aqui o que é / Roseira do Norte / Dai-me outra cor / Nas curvas da estrada de Santos / Menino da Porteira / Berimbau Metalizado / Flamenco Secreto... / Nas esquinas / Billie Holi
Para quem quer se soltar invento o cais Invento mais que a solidão me dá / Invento lua nova a clarear / Invento o amor e sei a dor de me lançar Eu queria ser feliz Invento o mar Invento em mim o sonhador / Para quem quer me seguir eu quero mais / Tenho o caminho do que sempre quis / E um saveiro pronto pra partir / Invento o cais / E sei a vez de me lançar Cais, por Milton Nascimento e Ronaldo Bastos
Porto Cais - Angra dos Reis - Rio de Janeiro (por Luciana Carvalho) Soltaram fogos... era noite de Santa Maria Paula. Os olhos vidraram E o desejo cresceu. as atitudes bloqueadas na mão que pegava a maça caramelizada | O calor perto da fogueira derreteu a pintura da moça feia com a saia rasgada parada na calçada. Ela chorou feito o moinho de vento do sertão de minha futura casa. | Naquela noite uma cigana tocou a linha da vida. percebeu dunas no limite da mente. | No tarô de Tia Ermelinda, Foram as sereias que deixaram a capoeira deitada na esquina. Assim, um cigarro de fumo na boca do seu João no tronco de aroeira. |
BORBOLETAS DE PLÁSTICO NA AVENIDA - A VIDA É UM SOPRO DE VIDA  
diretamente da Torre do Relógio, USP - São Paulo (por Caio Gomes)
Taí. Cais é uma das músicas mais "pesadas" que conheço. Brincadeira. Imperdível na voz de Elis Regina, Simone, Milton e de Nana Caymmi (que não achei online e é a que eu mais gosto, sua respiração é virtuante). Vânia Bastos gravou um cd pro Clube da Esquina que merece atenção. Não deixem de ir ver Fabiana Cozza em Homenagem a Elizeth Cardoso, Fabianíssima. A música é pesada por ser densa, e de reler e treler. O Cais do porto e as luzes. O cais verbal. Cair pode não ser intransitivo. Mentira. A esquina também. e os fogos. E o periquito verde que lê a sorte. O Pinhé. O cais certo incerto. As Tordesilhas. Boa Páscoa a Todos. Festas Juninas, Quadrilhas e Broas de Milho. Mais novidades por aí. Amigo Caio botando pra quebrar. O mar de concreto - mentira. Ando contente com as visitas, caneleiros: as subliminares. Beijos e Abraços, Otavio.
Escrito por Otavio Ranzani às 23h38
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