dry / cry/ cold/ hour/ jangada/ goiabada/ rapadura/ água doce/ praia de pipa/ o chalé/ o albergue/ Adonias Filho/ Antunes/ teatro mágico/ circo da paulista/ o tico tico no fubá/ telecoteco.../ tirar o
"Não sou Digno de que Entreis em Minha Morada, mas Direi uma Só Palavra..." "vá morar com sete pele, o sete pele, o sete pele sete pele que é imortal" "ah, foi você quem trouxe" "Arrasa e arruína Depois passa por cima a dor... Uma, qualquer uma Que pelo menos dure enquanto é carnaval" "Oh sinnerman, where you gonna run to? All on that day... Well I run to the rock But the rock cried out... Lord, Lord, Lord I run to the river, it was bleedin' So I run to the sea, it was boilin' All on that day" 
À Espera, Chapada Diamantina - BA (por Luciana Carvalho) Scent of a Woman Tango. As sapatilhas pra dança não sabem do sapateado. do vizinho. Porque o canto me silencia a mente. E um casal caminhando na Vergueiro com seus 3 filhos gêmeos: ronaldo um, dois e três. alguém brincou com a fartura e o menestrel foi lá, balançou a cabeça, bateu palmas, chamou a lua e deram... cinco palmadas, um coice, uma voadora e um tênis de presente. bateram palmas. trocaram de piano. e vi uma grávida a espera. e quando seus seios fartos regurgitaram - sentiram a fraqueza e não deixaram de lado. estamparam no bico o desagrado e ali prestaram ajuda, paciência, vontade de viver, cheios, e hoje calculam a distância entre si. porque a gravidade os impele. mas jorram gols para o céu. tocam bateria e elevam os seres. os seios da madre me levantam. disseram pra ela que guardasse muito sentimento desgostoso na bolsa. uma árvore em flor que fica despida em plena cidade. o conceito de vazio. a existência de um gole de água. peguei os sapatos, pus nas costas e fui surfar. ser feliz na onda da moda. doeu minhas costas. libertou meus cheiros, meu dengo interno, minhas caspas, meus cachos e seus nós. trouxe frouxidão. um entorse. vai ver. porque os óculos não tampam minhas sobrancelhas. e Rosa Passos prometeu cantar para mim. muitas mulheres decepcionam o peixe ornamental. muitos homens envergonham o peixe ornamental que vive na sala do meu chefe. sobra tanta falta. vou avançando o sinal e recebo um tapa. ajoelhado no sertão, os pés descalços pelo buraco do sapatão. um trevo de três folhas. um calçado que sufoca os galhos da árvore. e lembro de quando roçava o pasto do açude. ía a feira depois do baile. mirar-me em tus orros. ver a senhoria sorrir. cozinhar na lenha que rachei um lagarto. incorporar em minha gravidade a água nas costas que a cachoeira e o pé de jaca desabam. perdi o jogo do palitinho e acordei mais cedo. trocaram o piano. porque não preciso de justificativa pra chorar no pé direito da casa de minha vó. o altar que depõe contra si. vai e volta. pra que discutir com madame joaninha. do sorriso, do olhar, do tapinha. imagino quantas novas. ora cabisbaixo, o moinho pega toda fécula e brilha ao entardecer. que com lobo não sai só. porque tanta besteira me dá fome. e mordo a cebola, a erva doce pelo cabo, o salsão. e vou dormir junto de meu corpo. 
Sapatos (por Ariel Nogueira)
Uia. Aí vai mais um post. com vozes. com temas. com bobeirinhas. reflexões. Ando encantado com os olhos. A todos os caneleiros, meu muito obrigado, um café aromatizado e uma marca de bigode que só a xícara pode deixar em todos. Mandalas. Voltem sempre e tragam amigos. e visitem o FERIADO PESSOAL de Bruna Caram, cantora. E tenho acumulado cada foto de meus companheiros que ando sonhando com um arquivo vivo. Até, beijos e abraços, Otavio.
Escrito por Otavio Ranzani às 22h49
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